Posts

Multas por erros na emissão de NF-e no estado do Espírito Santo

Erros na emissão de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) no estado do Espírito Santo causam multas

Os contribuintes do Espírito Santo vão ter que pagar multas por erros em notas fiscais eletrônicas. As penalidades, que começarão a ser cobradas em junho, estão na Lei nº 9.830, publicada na edição de ontem do Diário Oficial do Estado. A norma altera a legislação do ICMS – Lei nº 7.000, de 2001.

Para o caso de perda de prazo para cancelamento de nota fiscal eletrônica emitida equivocadamente, foi criada uma multa de 5% sobre o valor indicado no documento fiscal. O mesmo percentual será aplicado se forem emitidas duas notas com a mesma numeração.

Se o contribuinte destacar um valor de imposto maior do que o devido, passa a ter que pagar uma multa equivalente ao valor da diferença entre o que foi lançado e o que efetivamente precisaria pagar.

“A partir do mês que vem, os contribuintes capixabas deverão tomar mais cuidado na emissão dos documentos fiscais”, afirma a consultora tributária Maria das Graças Lage de Oliveira, da Lex Legis Consultoria Tributária.

A lei capixaba também instituiu multas para erros em informações econômico-fiscais enviadas à Secretaria da Fazenda. Se o contribuinte corrigir documento após o prazo de entrega, será penalizado. O valor da multa vai depender do período de demora para a alteração do documento, mas poderá chegar a R$ 451,78. No caso de retificação de informações nos arquivos eletrônicos equivalentes a livro fiscal, a multa será de R$ 4.517,80.

No caso de perda ou extravio de documento, o contribuinte fica sujeito à multa de R$ 22,58. Se deixar de atender exigências estabelecidas pela Secretaria da Fazenda em relação ao Registro Integrado e Cadastro Simplificado (inscrição estadual), poderá ter que desembolsar R$ 677,67.

Além de instituir multas, a Lei nº 9.830, alterou outros pontos da legislação do ICMS do Espírito Santo. A norma atribui à distribuidora de energia elétrica e ao destinatário da energia a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS devido por substituição tributária.

A distribuidora será responsável pelo recolhimento quando firmar contratos de conexão e de uso da rede de distribuição. O destinatário de energia adquirida assumirá a função por meio de contrato de compra e venda de energia em ambiente de contratação livre.

A lei também estendeu um benefício antes restrito ao setor de transporte rodoviário – direito de compensar algumas operações, como compra de combustível, lubrificante ou pneus, com créditos de ICMS. “Todas as empresas de transporte, como ferroviário e aéreo, passam a ter o direito de aproveitar o crédito dessas mercadorias que adquirem para a sua atividade”, diz Maria das Graças.

Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/2652686/espirito-santo-altera-lei-do-icms

Por Ederson Von Mühlen, Analista Regra de Negócios SKILL – TOP na Exactus Software

Projeto piloto para implantação NF-e nas vendas ao consumidor

Projeto piloto no Rio Grande do Sul para implantação NF-e nas vendas ao consumidor

Um projeto piloto que por enquanto engloba quatro empresas (Renner, Lojas Colombo, Panvel e Paquetá) no Rio Grande do Sul implementam a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) no comércio.

Segundo o diretor administrativo financeiro da rede de farmácias Panvel, Roberto Coimbra, na hora da compra com a NF-e, o cliente receberá um comprovante não fiscal informando detalhes da aquisição e a chave de acesso à nota no site da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, que também é enviada por e-mail para o consumidor.

O gerente de Tecnologia da Informação das Lojas Colombo, Luis Carlos Alberti, diz que a NF-e reduzirá os custos e procedimentos burocráticos que a impressora fiscal demandava. Com a mudança não será mais necessário que as empresas emitam um documento fiscal, o que possibilita o uso de uma impressora comum.

Atualmente o equipamento que emite uma nota fiscal em papel precisa ser registrado na Secretaria da Fazenda. O processo, além de exigir uma taxa de inscrição na Fazenda, não permite que as máquinas sejam usadas fora do endereço cadastrado. “A NF-e facilita caso a empresa vá a uma feira e faz um quiosque” diz Alberti, Atualmente, apenas duas unidades da rede Colombo – que possui 318 lojas nos Estados do Sul do país, São Paulo e Minas Gerais – emitem a NF-e, ambas na cidade de Farroupilha (RS).

Coimbra diz que as impressoras fiscais custam de R$ 2 a R$ 3 mil e são produzidas por poucas empresas. Ele estima que a troca de impressoras significará uma economia de mais de R$ 500 mil reais por ano para a Panvel. Atualmente, somente uma das 300 lojas da rede distribuídas nos estados do sul do país emite a NF-e.

Para o advogado Maucir Fregonesi, do Siqueira Castro Advogados, os benefícios ao consumidor da NF-e se assemelham à Nota Fiscal Paulista. “O consumidor terá a certeza de que a operação que realizou foi formalizada na Fazenda, o que reduz a sonegação”.

“A NF-e acaba criando um histórico de onde o cliente consumiu, no fim do mês ele pode saber com o quê gastou no site da Secretaria da Fazenda” afirma Coimbra.

O diretor de tecnologia da informação das Lojas Renner, Leandro Balbinot, afirma que até o fim de 2013 as lojas da rede no Rio Grande do Sul emitirão a NF-e.

Fonte: http://www.noticiasfiscais.com.br/2012/05/24/rio-grande-do-sul-inicia-uso-de-nota-fiscal-eletronica/ e http://www.valor.com.br/brasil/2673798/rio-grande-do-sul-inicia-uso-de-nota-fiscal-eletronica

 

Por Ederson Von Mühlen, Analista Regra de Negócios SKILL – TOP na Exactus Software

Orientação para informar operação do ICMS com Diferimento Parcial

Confira orientação para informar operação do ICMS com Diferimento Parcial

Em função das novas validações impostas pelas SEFAZ, um exemplo é a Receita Estadual do Paraná que partir do dia 20/05/2012 implementou novas regras de validação no Ambiente de Produção da NF-e conforme divulgado no Boletim Informativo 012/2012, muitos clientes estão com problemas para validar a NF-e, uma das principais dúvidas esta relacionado à como informar o grupo ICMS na operação com Diferimento Parcial do ICMS.

Segue abaixo orientação de como informar o grupo ICMS na operação com Diferimento Parcial do ICMS conforme a Nota Técnica 2010/10:

O Diferimento Parcial do ICMS é uma técnica de tributação que adia o pagamento de uma parcela do imposto devido na operação para uma etapa posterior.

Exemplo:

A legislação do ICMS/PR prevê o diferimento parcial do pagamento do imposto no art. 96 do RICMS/PR, que transcrevemos a seguir:

“Art. 96. Fica, também, diferido o pagamento do imposto nas saídas internas entre contribuintes e nas operações de importação, por contribuinte, de mercadorias, na proporção de:

I – 33,33% do valor do imposto, na hipótese da alíquota ser 18%;

II – 58,62% do valor do imposto, nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 2204, 2205,2206 e 2208 da NCM, de que trata a alínea “c” do inciso V do art. 14

III – 52% do valor do imposto, nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 3303, 3304, 3305 e 3307 da NCM, de que trata a alínea “f” do inciso III do artigo 14, exceto em relação àquelas de que tratam os itens 1, 3, e 7 da alínea “h” do inciso II do mesmo artigo;

IV – 61,11% do valor do imposto, nas saídas de uréia classificada no código NCM 3102.10.10.

(…)

§ 2º Para os fins do disposto neste artigo, no documento fiscal emitido para acobertar as operações deverá ser indicada a base de cálculo do imposto, no campo específico; a informação de que o imposto foi parcialmente diferido e o seu valor, seguido do correspondente dispositivo do Regulamento do ICMS, no campo “Informações Complementares”; e o resultado obtido após a exclusão do valor do imposto diferido, no campo “Valor do ICMS”.”

 

Exemplo de demonstração do cálculo do ICMS de uma operação com diferimento parcial:

O valor do ICMS da operação é R$ 180,00, mas a legislação permite o diferimento parcial de 33,33% deste valor, sendo devido o ICMS no valor de R$ 120,00, que corresponde à diferença do ICMS da operação (R$ 180,00) e a parcela do ICMS diferido (R$ 60,00).

A informação da operação sujeita ao Diferimento Parcial no grupo ICMS51 – CST 51 – diferimento fica prejudicada, pois as informações deste grupo devem ser preenchidas somente com os dados do ICMS que está sendo diferido, não existindo campos para informar o valor do ICMS da operação, o percentual de diferimento e o valor do ICMS devido na operação.

Exemplo de preenchimento do exemplo no grupo ICMS51, seguindo as regras atuais de preenchimento:

A estrutura do grupo ICMS 51 – Diferimento deveria ter a seguinte estrutura para registrar corretamente os valores da operação:

Assim, enquanto não houver a adequação da estrutura do ICMS 51 – Diferimento, os casos de diferimento parcial devem ser informados no grupo ICMS90 da seguinte forma:

A informação de que o imposto foi parcialmente diferido e o seu valor seguido do correspondente dispositivo legal deve ser informado na tag infCpl:

*Para Maiores detalhes consultar Nota Técnica 2010.010

 

A Receita Estadual de Santa Catarina também respondeu através da Consulta 117/11 entendimento de acordo com Nota Técnica 2010/10:

EMENTA:       ICMS. NOTA FISCAL ELETRÔNICA – NF-E. CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST NAS OPERAÇÕES DE SAÍDA DE MERCADORIA IMPORTADA AO ABRIGO DE DIFERIMENTO PARCIAL DO IMPOSTO, ENQUANTO NÃO DEFINIDO CÓDIGO ESPECÍFICO, UTILIZA-SE O CST190, CONFORME NOTA TÉCNICA 2010/10 DISPONÍVEL NO PORTAL DA NF-E.

Disponibilizado na página da SEF em 04.10.11

01 – DA CONSULTA.

A consulente tem como atividade o comércio atacadista de suprimentos industriais (correias, lubrificantes, mangueiras e adesivos industriais), serviços de consertos e adaptações em correias e representação comercial de suprimentos industriais.

Informa que possui regime especial, com base no art. 10 do Anexo 3 do RICMS/SC que lhe foi concedido em 19/08/2010, o qual prevê diferimento parcial nas saídas internas, com aplicação do percentual de 12%, nos termos do art. 10-B do Anexo 3 do RICMS.

Diz que o Anexo 10, Seção I do RICMS/SC estabelece o Código de Situação Tributária – CST para indicar a origem da mercadoria ou serviço, quando do preenchimento da nota fiscal eletrônica. E que há, também, uma nota técnica 2010/10 que estabeleceu para a versão 2.0 da nota fiscal eletrônica que, enquanto não houver adequação da estrutura do ICMS 51- diferimento, as operações com diferimento parcial devem ser informadas no grupo ICMS 90.

Sendo assim, o entendimento da consulente é de que nas saídas de mercadorias importadas ao abrigo do diferimento parcial, na nota fiscal eletrônica,  será utilizado o CST 190.

Razão por que vem a esta Comissão perguntar qual Código de Situação Tributária – CST deverá ser utilizado pela consulente, quando realizar operações de saída de mercadoria importada ao abrigo do diferimento parcial do ICMS.

Por fim, declara que a consulta não se enquadra nos impedimentos do art. 152-C do Regulamento das Normas Gerais de Direito Tributário – RNGDT/SC.

A consulta foi informada pela GERFE de origem, conforme determina o art. 152-B, § 2°, II, do RNGDT/SC, aprovado pelo Decreto nº 22.586, de 27 de junho de 1984.

É o relatório, passo à análise.

 

02 – LEGISLAÇÃO APLICÁVEL.

RICMS/SC, aprovado pelo Decreto nº 2.870/01, Anexo 10, Seção I.

 

03 – FUNDAMENTAÇÃO E RESPOSTA.

O Regulamento do ICMS, em seu Anexo 10, Seção I, alberga normas definidas nos ajustes SINIEF 03/94 e 06/00, que estabelecem tabelas definindo códigos de origem da mercadoria ou serviço e forma de tributação pelo ICMS, nos seguintes termos:

Tabela A – Origem da Mercadoria ou Serviço (Ajuste SINIEF 06/08)

0 – Nacional

1 – Estrangeira – Importação direta

2 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno

 

Tabela B – Tributação pelo ICMS (Ajuste SINIEF 06/00)

00 – Tributada integralmente

10 – Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária

20 – Com redução de base de cálculo

30 – Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária

40 – Isenta

41 – Não tributada

50 – Suspensão

51 – Diferimento

60 – ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária

70 – Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária

90 – Outras

Nota: O código de Situação Tributária é composto de 3 (três) dígitos na forma ABB, onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço, com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS, com base na Tabela B (Ajuste SINIEF 06/08)

Assim, ante a tabela “A” tem-se que a saída da mercadoria importada do estabelecimento da consulente é registrada no código “1”.

Já quanto ao código de tributação, a tabela “B” prevê o código 51 para as operações alcançadas pelo diferimento, caso em que o valor integral do imposto devido naquela operação fica postergado, ocorrendo o recolhimento do valor do imposto por ocasião da operação de saída subseqüente da mercadoria.

No diferimento parcial, a tributação é diferente, porque apenas parcela do valor do imposto devido na operação é postergado e, assim, há recolhimento do imposto naquela operação. Atualmente, essa situação tributária não é prevista na nota fiscal eletrônica, não há “campo” para essa informação.

Para resolver a questão, no portal da nota fiscal eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br) foi disponibilizada a Nota Técnica 2010/10, orientando os contribuintes quanto ao preenchimento do grupo ICMS nas operações com diferimento parcial, nos seguintes termos:

1. Resumo: Divulgar aperfeiçoamento das regras de validação dos campos da nova versão da NF-e e orientação de preenchimento do grupo ICMS para operações com diferimento parcial.

2.Orientação para informar o grupo ICMS na Operação com Diferimento Parcial do ICMS.

O Diferimento Parcial do ICMS é uma técnica de tributação que adia o pagamento de parcela do imposto devido na operação para uma etapa posterior.

…campo deve ser informado com o valor do ICMS diferido, não existem campos para as demais informações: ICMS devido e percentual diferido.

Assim, enquanto não houver a adequação da estrutura do ICMS51 – Diferimento, os casos de diferimento parcial devem ser informados no grupo ICMS90.

Portanto, a referida nota destaca que a NF-e somente prevê a informação do valor do ICMS diferido, mas não prevê a informação do ICMS devido na operação. Por essa razão, a nota técnica orienta que enquanto não houver a adequação da estrutura do ICMS51, que é o grupo definido para as operações com “diferimento do ICMS”, os casos de diferimento parcial devem ser informados no grupo ICMS90 da tabela B, o qual se refere a outras formas de tributação pelo ICMS.

Isto posto, responda-se à consulente que enquanto não for definido um código específico para o preenchimento da nota fiscal eletrônica, quanto à tributação pelo ICMS, nas operações com diferimento parcial, o Código de Situação Tributária nas operações de saída de mercadorias importadas do estabelecimento da consulente, ao abrigo de diferimento parcial, é o CST190, em conformidade com a Nota Técnica 2010/10 disponível no portal da NF-e (www.nfe.fazenda.gov.br).

À superior consideração da Comissão.

COPAT, 12 de agosto de 2011.

Alda Rosa da Rocha

AFRE IV – Matr. 344.171-7

 

 

De acordo. Responda-se à consulta nos termos do parecer acima, aprovado pela COPAT na sessão do dia 25 de agosto de  2011, ressalvando-se que a resposta à presente consulta poderá, nos termos do art. 11 da Portaria SEF 226/01, ser modificada a qualquer tempo, por deliberação desta Comissão, mediante comunicação formal à consulente, em decorrência de legislação superveniente ou pela publicação de Resolução Normativa que adote diverso entendimento.

 

Marise Beatriz Kempa                                                Carlos Roberto Molim

Secretária Executiva                                                   Presidente da COPAT

 

Fonte: http://200.19.215.13/legtrib_internet/html/Consultas/2011/Con_11_117.htm

Por Ederson Von Mühlen, Analista Regra de Negócios SKILL – TOP da Exactus Software

Novas regras de validação da NF-e

Confira as novas regras de validação da NF-e da Receita Estadual do Paraná

Conforme divulgado no Boletim Informativo 012/2012, no dia 20/05/2012 a Receita Estadual do Paraná implementou novas regras de validação no Ambiente de Produção da NF-e.

As regras implementadas, referem-se as seguintes informações:

Identificação da NF-e;

Identificação do Emitente da NF-e;

Identificação do Destinatário da NF-e;

Produtos e Serviços da NF-e;

ICMS Normal e ST;

Imposto sobre Produtos Industrializados;

Confira as novas regras de validação no Manual de Orientação do Contribuinte – versão 5.00.

 

Boletim Informativo nº 012/2012

Ambiente de Produção – implementação de novas regras

Publicado em 17/5/2012
A Receita Estadual do Paraná informa que no dia 20/05/2012, domingo próximo, será implantada nova versão no Ambiente de Produção do Sistema Autorizador de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e contendo as regras de validação abaixo elencadas, previstas no Manual de Orientação do Contribuinte – versão 5.00, conforme os grupos de informações:

Identificação da NF-e: G1B08, G1B08.5;

Identificação do Emitente da NF-e:GC02.1;

Identificação do Destinatário da NF-e: GE14, GE14.1, G1E17.4, GE17.1(validação do tamanho da IE de outras UF);

Produtos e Serviços da NF-e: GI03, GI10a, GI12, GI14a;
ICMS Normal e ST: GN12.1, GN12a, GN17, GN28, GN28.1, GN28.2;
Imposto sobre Produtos Industrializados:GO07;
ISSQN: GU01, GU01.1;

Valores Totais da NF-e: GW03, GW04, GW05, GW06, GW07, GW08, GW09, GW10, GW11, GW12, GW13, GW14, GW15, GW16, GW16a, GW18, GW19, GW20, GW21, GW22;

Validações da forma da área de dados: D01d; D01e.

A Receita Estadual informa que esta versão está disponível no Ambiente de Homologação desde 27/04/2012 e orienta aos contribuintes emissores de NF-e que providenciem as devidas adaptações nos seus sistemas emissores, se necessário, visando evitar rejeições.

Em decorrência desta implantação, o Ambiente de Produção da NF-e ficará indisponível por aproximadamente 1 hora a partir das 8:00 horas do dia 20/05/2012 e o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional – SCAN estará ativo para os contribuintes paranaenses que desejarem utilizar este tipo de contingência.

Fonte: http://www.sped.fazenda.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=220&tit=Ambiente-de-Producao-da-NF-e-implementacao-de-novas-regras

Por Ederson Von Mühlen,
Analista Regra de Negócios SKILL – TOP da Exactus Software

Diferenças entre Valor Contábil X Total NF

Em função do recebimento de muitas dúvidas referentes a diferenças entre Valor Contábil X Total NF na Importação NF-e para TOP esclarecemos o seguinte:

“Um dos principais motivos deste da diferença é o preenchimento errado da TAG <indTot> que indica se valor do Item (vProd) entra no valor total da NF-e (vNF)”

Para tanto orientamos o seguinte:

1) Primeiramente, o usuário, deve prestar atenção no relatório de PRE-VALIDACAO DO(S) DOCUMENTO(S), se identificar por exemplo a advertência:

“ADVT | Numero da NF 4255697 – Total do vNF [5466.94] difere dos totais (vProd-vDesc+vST+vFrete+vSeg+vOutro+vIPI+vServ) [384.94]”

Verificar, então, se a TAG <indTot> que indica, se valor do Item (vProd) entra no valor total da NF-e (vProd) esta <indTot>0</indTot> e se o valor da TAG <vProd> do grupo <det nItem> deste  item foi  somado ao valor da TAG <vNF> do grupo <total>, se estiver, esta errado, pois este valor não deveria estar somado ou a TAG <indTot> deveria estar <indTot>1</indTot>.

2) Orientar, então, o emissor da NF-e que acerte a geração do XML:

De acordo com “Manual_Integração_Contribuinte_versão_4.01-NT2009.006” a TAG <indTot> deverá ser preenchida com:

0 – o valor do item (vProd) não compõe o valor total da NF-e (vProd)

1 – o valor do item (vProd) compõe o valor total da NF-e (vProd) (v2.0)

Com isso, a composição do valor total da NF vai depender deste parâmetro.

*Salientamos ainda, que a TAG <indTot> NÃO influência nos cálculos dos tributos, que dependem somente do produto e da operação.

por Ederson Von Mühlen, Analista Regra de Negócios SKILL na Exactus Software

Novas regras NF-e para janeiro 2012

NF-e 2012

A partir de 1º de janeiro de 2012, a obrigatoriedade de emissão de NF-e será estendida para todas as operações, para os estabelecimentos atingidos pela obrigatoriedade de emissão parcial de NF-e, conforme publicado na Norma de Procedimento Fiscal n. 058/2011, em 27/07/2011, conforme Boletim Informativo n. 16/2011.

As empresas que não se enquadrem em outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e, mas que realizem operações com destinatários enquadrados em uma das três hipóteses previstas no item 6 da NPF n. 095/2009, a partir de 1º de janeiro de 2012, estarão obrigadas à emissão de NF-e em TODAS as operações por elas promovidas, em substituição às notas fiscais modelos 1 e 1A.

Na prática, extingue-se a chamada obrigatoriedade parcial à emissão de NF-e. Portanto, os contribuintes enquadrados nesta situação serão obrigados a emitir NF-e para todas as suas operações.

Recomenda-se a leitura atenta da Norma de Procedimento Fiscal n. 095/2009, disponível em versão consolidada com todas as alterações nela produzidas pelas NPFs subsequentes, no portal SPED da SEFA/PR, aba NF-e, menu Legislação, Estadual. 

Fonte: Receita Estadual Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná

por Claudemir Garcia, Consultor de Sistemas na Exactus Software

Novo prazo para cancelamento da NF-e

A partir de 01 de janeiro de 2012, entrará em vigor o novo prazo para o cancelamento de NF-e que será de 24 horas e não mais 168 horas como é hoje. 

O novo prazo será contado do momento  em que foi concedida a respectiva Autorização de uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou apresentação de serviço e observadas às demais normas constantes  do Ajuste SINIEF 07/05, de outubro de 2005.

Para maiores informações acesse o site com Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, e leia o ATO COTEPE ICMS Nº35, de 24 de Novembro 2010, que dispõe sobre os prazos de cancelamento de NF-e e de transmissão de NF-e emitidas em contingência, conforme disposto no Ajuste SINIEF 07/05.

13/12/2011

por Garcia, Consultor de Sistemas na Exactus Software

Atualização do Certificado Digital – PRODUÇÃO e HOMOLOGAÇÃO do ambiente NF-e da SEFA PR

Troca de certificados no ambiente da NF-e

Prezados contribuintes emitentes de NF-e,

BAIXE AQUI a atualização do Certificado Digital e siga as instruções

A atualização No próximo sábado, dia 26/11/2011, às 10h00, ocorrerá uma atualização dos certificados digitais dos servidores de PRODUÇÃO e HOMOLOGAÇÃO do ambiente NF-e da SEFA/PR devido à expiração dos atuais certificados. Haverá uma mudança também na Agência Certificadora.

Os contribuintes que não possuem sistemas que atualizam automaticamente junto ao ambiente do SEFA deverão atualizar para o novo certificado digital.

1- Salvar o arquivo “nfe2_fazenda_pr_gov_br_11_2011” na maquina que emite nota fiscal.

 Após salvar o arquivo selecionar o mesmo, clicar com botão direito do mouse e clicar na opção “Extrair aqui” ou “Extract Here” caso o Winrar seja da versão inglês, conforme segue modelo abaixo.

2- Observe que foi gerado um arquivo “nfe2_fazenda_pr_gov_br_11_2011”. Clique duas vezes sobre o arquivo. Será apresentando a tela abaixo, em seguida clique na opção “Instalar Certificado”.

3- Na tela de assistente para importação de certificados clique em Avançar 

 

4- Deixe selecionada a opção “Selecionar automaticamente o armazenamento de certificados conforme tipo de certificado” e clique em Avançar.

5- Clique em Concluir para importar o certificado digital.



6- Clique em OK.

Cique em “Ok” e a instalação foi concluída.

25/11/2011

por Garcia, Consultor de Sistemas na Exactus Software

 

Ferramenta de auxílio na identificação de NF-e sem protocolo de uso

Últimas novidades incluídas no módulo SKILL – Escrita Fiscal através da atualização automática do TOP – Exactus Software

24/10/2011

Atualmente o módulo SKILL – Escrita Fiscal do sistema TOP da Exactus Software conta com um excelente processo de importação de NF-e emitidas e recebidas, tanto pelo XML (Extensible Markup Language), tanto pelo Site do Portal da NF-e, Individual ou em lote.     

Este processo de importação foi inicialmente incluído com objetivo de escriturar de forma automática todas as Notas Fiscais Eletrônicas, diminuindo com isso possíveis erros de digitação.

Atualmente este processo já esta na sua segunda fase de desenvolvimento que incluí a pré-validação do XML antes de importá-lo para o sistema TOP, esta fase tem por objetivo auditar o documento com base nas regras do layout da NF-e e legislações relacionadas. A auditoria divide-se em Advertências com o objetivo de alertar o usuário de possíveis incorreções do XML e Rejeições com o objetivo de evitar importação de XML com incorreções, como por exemplo, versões de XML sem protocolo de uso.

Nossa meta é incluir o máximo de advertências e rejeições que forem detectadas no cotidiano de nossos clientes que possam facilitar a conferência das incorreções na importação da NF-e com elevado grau de avaliação por nossos analistas.

 

Por Ederson Von Mühlen – Analista Regra de Negócios SKILL – Exactus Software