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Tecnologia Contabilidade

Uma reflexão sobre os impactos da tecnologia na Contabilidade

Por Zulmir Ivânio Breda

Presidente do CFC

Observando o ritmo das inovações e a tendência mundial, é impossível não se surpreender com os rápidos avanços tecnológicos que vêm ocorrendo a cada dia. Trata-se de um processo irreversível, sinalizador de que entramos em um novo tempo. Esses avanços têm impactado quase todas as áreas da atividade humana, podendo ocorrer de várias formas e em várias magnitudes. Além disso, vale destacar que muitos deles ainda não são inteiramente conhecidos.

Sabe-se que, atualmente, o aperfeiçoamento intelectual e a atualização constante são indispensáveis em qualquer profissão, dada a velocidade com que as mudanças se processam. Assim, é preciso ficar atento à mudança no perfil dos profissionais, exigida pelo mercado. Maior qualificação técnica, visão de negócios e habilidades analíticas e de comunicação estão entre os requisitos essenciais exigidos pelo mercado. E, nessa rapidez das transformações, o profissional contábil está sendo chamado a sair do nível operacional e se aproximar de um nível mais estratégico nas organizações.

Conforme o relatório do Fórum Econômico Mundial, The Future of Jobs Report 2018 , publicado em setembro de 2018, quatro avanços tecnológicos devem dominar os próximos quatro anos, influenciando positivamente o ambiente de negócios. São eles: internet móvel de alta velocidade; inteligência artificial; big data analytics; e a tecnologia em nuvem. Segundo a maioria das empresas que participaram da pesquisa, a adoção dessas tecnologias se dará de forma acelerada até 2022, demandando investimentos consideráveis.

Sem dúvida, são inúmeros os benefícios advindos do avanço da tecnologia. Aspectos como segurança, tempestividade e qualidade das informações estão em pauta a todo o momento. Com os dispositivos móveis e a tecnologia em nuvem, temos acesso imediato a um incontável número de informações, pessoas e serviços. Conhecemos mais, aprendemos e nos comunicamos rapidamente. Resolvemos problemas relacionados a trabalhos repetitivos e retrabalho, aumentando a precisão e os acertos. Há ainda um acesso mais fácil a lugares limitados aos humanos e avanços significativos no campo da ciência e da medicina.

Por outro lado, é preciso ter cautela com os riscos que também existem em qualquer processo de mudanças, especialmente pela velocidade com que estão ocorrendo. Chamada de quarta Revolução Industrial, essa fase de transição, que acorre rapidamente entre a Era Industrial e Digital, como todo período de grandes mudanças, tem o seu lado negativo. Questões como quais são os limites e controles da Inteligência Artificial (IA) e quem são os responsáveis pelos processos e pelas possíveis falhas que possam acontecer nos sistemas permeiam, constantemente, as discussões sobre o tema e se tornam cada vez mais sérias. Nessa última questão, podemos nos lembrar dos carros que se locomovem sem motorista, que já são realidade em alguns países – caso ocorra um acidente, quem seria o responsável?

Em pesquisa recente divulgada pela DigiCert , realizada com mais de 700 empresas de diversos setores dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Japão, a segurança (82%) e a privacidade (78%) aparecem como as principais preocupações das empresas que implementaram a Internet das Coisas (IoT). Entre as empresas que estão enfrentando dificuldades na segurança da IoT, 25% relataram perdas de cerca de US$34 milhões nos últimos dois anos; já nas que estão se saindo melhor com a segurança, os seguintes comportamentos-chave foram verificados: criptografia de dados, autenticação de dispositivos, cuidados com armazenamento e atualização.

De acordo com o relatório The Global Risks Report 2019 , publicado pelo Fórum Econômico Mundial, a vulnerabilidade tecnológica continua ocupando lugar de destaque no cenário de riscos globais. A Pesquisa de Percepção de Riscos Globais (na sigla em inglês GRPS) ressalta as preocupações sobre fraude de dados e ataques cibernéticos. Cerca de dois terços dos entrevistados entre as comunidades de participação do Fórum, as redes profissionais de seu Conselho Consultivo e os membros do Instituto de Gerenciamento de Risco esperam que os riscos associados a notícias falsas e a roubo de identidade aumentem em 2019. Segundo o relatório, ocorreram grandes violações de dados em 2018; foram ainda reveladas novas fraquezas de hardware; e pesquisas apontaram para os possíveis usos da IA para projetar ataques cibernéticos mais potentes.

É preciso enfatizar que, por se tratar de algo relativamente novo, a Inteligência Artificial ainda desperta muitos debates quanto aos aspectos éticos, sociais e morais que envolvem seu uso. Nick Bostrom e Eliezer Yudkowsky, em seu estudo The Ethics of Artificial Intelligence , destacam alguns critérios fundamentais que devem ser considerados em um algoritmo destinado a substituir o julgamento humano das funções sociais, sendo eles: responsabilidade, transparência, auditabilidade, incorruptibilidade e previsibilidade. Os autores salientam ainda que os sistema de IA não possuem status moral e, assim, as restrições morais a que estamos sujeitos nas nossas relações com esses sistemas se baseiam em nossa responsabilidade para com os outros seres.

No âmbito da Contabilidade inserida na Era Digital, os princípios éticos fundamentais e o compromisso com a sociedade nos levam a uma reflexão sobre o que vem ocorrendo com os serviços de contabilidade “on-line”. Com início nos Estados Unidos e na Europa, a Contabilidade “Faça você mesmo”, em inglês Do it yourself (DIY), vem ganhando espaço no mercado brasileiro. Nessa modalidade, o empresário é responsável por incluir em um sistema interligado ao profissional da contabilidade todas as informações sobre as operações realizadas pela empresa, e é esse processo que tem despertado controvérsias, pois aumenta o risco de distorções nas informações produzidas pelo sistema, uma vez que a inserção dos dados contábeis não é realizada sob a supervisão direta de um profissional da contabilidade.

O contador, no papel de preparador das demonstrações contábeis e, também, o auditor, no papel de revisor dessas mesmas demonstrações, têm o compromisso público de levar toda a verdade aos usuários das informações produzidas. Esta é a postura que a sociedade espera do profissional da contabilidade e é, também, a única razão pela qual a profissão é regulamentada em lei.

Discorrendo sobre outros pontos que merecem destaque quanto aos riscos envolvidos no avanço tecnológico, destacamos a ameaça da utilização de máquinas que possam substituir a mão de obra; o alto custo financeiro que demanda a produção de equipamentos/sistemas com IA; a vulnerabilidade dos sistemas; e situações que violam os códigos de ética.

De modo particular, o ponto que se refere à perda de empregos tem despertado muitas discussões. Alguns estudos já estimam em que patamar isso aconteceria. O Instituto McKinsey, em estudo de 2017 , simulou alguns cenários que indicam o impacto do avanço tecnológico em relação à rapidez de sua adoção. Seus resultados apontam que entre 400 e 800 milhões de indivíduos poderão perder seus empregos até 2030, tomando por base os cenários de adoção moderada ou adoção rápida da automação.

O Fórum Econômico Mundial de 2018 também explorou intensivamente esse tema. Segundo o estudo publicado por organizadores do Fórum, intitulado Towards a Reskilling Revolution: A Future of Jobs for All , somente nos Estados Unidos cerca de 1,4 milhão de empregos serão afetados pelas novas tecnologias até 2026, dos quais 57% pertencem a mulheres. Um lado positivo é que, com uma adequada capacitação, 95% dos trabalhadores em situação de risco seriam realocados no mercado. Assim, fica evidente a necessidade de que os trabalhadores se “reformem” para se adaptarem e minimizarem o risco de desemprego.

Tendo em vista que, nos últimos anos, a mídia vem trazendo uma visão negativa e ameaçadora dos impactos da tecnologia sobre a profissão contábil, é oportuno respondermos novamente a seguinte indagação: a tecnologia acabará com a profissão? A resposta é Não! E dizemos por quê. A inovação tecnológica está contribuindo para transformar, de uma vez por todas, a imagem e participação do profissional da contabilidade no mundo dos negócios, reforçando o seu papel estratégico na tomada de decisões. Vista como um sistema de informação acerca do patrimônio e das situações econômica e financeira da empresa, a Contabilidade se tornou um instrumento essencial na gestão. O desafio está em se preparar para assumir esse novo papel.

Além disso, em matéria intitulada “Mercado de trabalho: as profissões que mais devem contratar em 2019” , publicada recentemente (11/1) pela revista Veja, a profissão de contador aparece entre as que obtiveram maior número de contratações entre janeiro e novembro de 2018 – foram preenchidas 16.958 vagas. A matéria ainda destaca algumas profissões que devem estar em alta este ano, dentre elas as de especialista tributário e gerente de planejamento financeiro, que podem ser exploradas pelo contador.

É preciso estar claro que tarefas, como entender o cliente em suas necessidades; elaborar a política contábil de um empreendimento ou de instituições; e explorar dados e analisá-los cuidadosamente, de modo a transformá-los em planejamento, contribuindo para o desenvolvimento econômico, definitivamente não são e não serão atribuições de um robô.

Vale ressaltar que o CFC implementou várias ações no decorrer de 2018, com intuito de esclarecer que os avanços tecnológicos devem ser vistos muito mais como aliados do profissional da contabilidade, além de constituírem uma oportunidade de aperfeiçoamento e atualização contínua. Em palestras, artigos e entrevistas, temos difundido a ideia de que a profissão contábil não irá acabar para aqueles que souberam se reinventar e dominar as novas ferramentas tecnológicas de quarta geração.

Uma ação recente do Conselho Federal de Contabilidade foi criar uma Comissão Permanente para o acompanhamento das mudanças tecnológicas e e de sua influência na profissão contábil, buscando analisar e tratar os impactos da inteligência artificial e vislumbrar horizontes para a nossa profissão. Aprovada pela Portaria CFC n.º 15, de 8 de fevereiro de 2019, a Comissão tem a atribuição de estudar e propor medidas para minimizar os efeitos negativos desse processo de intensas mudanças, ao mesmo tempo que buscará evidenciar e disseminar as melhorias trazidas por esses avanços para o aprimoramento e eficiência dos afazeres do profissional da contabilidade.

É natural que, como toda mudança, essas inovações venham acompanhadas de certa complexidade e, até mesmo, resistência por parte dos receptores. Mas, no decorrer do tempo, o profissional já está percebendo os vários benefícios gerados por essas novidades. Por exemplo, no campo operacional, os softwares de gestão contábil podem otimizar processos e facilitar tarefas rotineiras, deixando mais tempo disponível para que o profissional se dedique à maximização dos resultados da gestão. Ademais, no campo intelectual, as mudanças provêm a oportunidade de o profissional se ‘reformar’ a cada dia – a busca por uma educação continuada se tornará cada vez mais essencial nesse processo.

De fato, a quarta revolução industrial veio para auxiliar a profissão contábil e, não, destruí-la, e estreitar as relações entre a profissão e a academia será fundamental para atravessar esse caminho de intensas mudanças com êxito. Já com uma visão de futuro, um dos pilares da gestão do Conselho é investir no aprimoramento da educação e na capacitação dos profissionais. Não há outro caminho a não ser entrar nesse ritmo de aperfeiçoamento e inovações, e o profissional que não fizer isso ficará para trás e, provavelmente, terá que mudar de profissão.

 

Fonte: CRC-PR

Marketing contábil

Marketing contábil alavanca empresas do setor

Como um jogo de xadrez, com todas as peças do tabuleiro bem visíveis e uma estratégia bem elaborada, o Marketing pode resultar em ganhos imensuráveis para a instituição.

Por isso, as empresas contábeis começam a acordar para essa nova realidade.

Aumento do volume do trabalho, falta de valorização profissional, inúmeros compromissos fiscais, novas tecnologias, diferentes conceitos com as normas internacionais de contabilidade, informações diversas a cada dia, enfim, uma rotina que mudou radicalmente a vida dos profissionais contábeis, forçando o seu aperfeiçoamento, uma exigência obrigatória desse boom de mudanças.

Escritórios possuem dificuldades em cuidar da imagem

Hoje é muito difícil o profissional conseguir se atualizar na parte técnica e ainda saber se vender.

As empresas estão tão presas tentando atender ao fisco que não conseguem realizar estratégias de divulgação.

Futuro dos empreendimentos passa por maior foco na comunicação

Um terço das empresas contábeis deverá fechar as portas nos próximos cinco anos.

Pelo menos, essa é a previsão do escritor e especialista em Marketing contábil Anderson Hernandes, caso as empresas contábeis não modifiquem suas posturas com relação ao mercado.

O processo de Marketing requer que as empresas tenham uma postura proativa, estruturando os processos internos com base nas tendências, necessidades e expectativas dos clientes. Mas, para isso, é necessário que se defina qual é o público alvo para direcionar o foco de atuação. “Trabalhando dessa forma, com certeza os Serviços prestados terão maior valor agregado, gerando mais resultados para a empresa, e os clientes estarão mais satisfeitos”, garante.

Fonte: Jornal do Comércio – RS

 

por Valdeci Alves, Analista de Negócios – Sistema Maxximum de Contabilidade na Exactus Software

Treinamento sobre contabilidade sendo realizado hoje na Exactus Software

Hoje, dia 19/06/12, está sendo realizado um treinamento aqui na Exactus Software. O tema abordado é contabilidade, e o treinamento está sendo ministrado por nosso amigo Thiago Dutra. Confira abaixo algumas fotos do evento:

 

Agradecemos a presença de todos os participantes que compareceram ao treinamento. Para ver mais fotos, acesse nossa fanpage.

 

 

 

Escrituração contábil em forma digital

Formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao SPED

Visando evitar erroscriticas na validação do arquivo digital para o SPED gerado pelo sistema Maxximum – Contabilidade da Exactus Software, alertamos nossos clientes que se atentem a resolução publicada em 17/09/2010.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.299/10

 Aprova o Comunicado Técnico CTG 2001 que define as formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

Forma contábil

5. A escrituração ‘em forma contábil’, de que trata a alínea “b” do item anterior, deve conter, no mínimo:

(a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;
(b) conta devedora;
(c) conta credora;
(d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;
(e) valor do registro contábil;
(f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.

Lançamento contábil

7. O lançamento contábil deve ter como origem um único fato contábil e conter:

(a) um registro a débito e um registro a crédito; ou
(b) um registro a débito e vários registros a crédito; ou
(c) vários registros a débito e um registro a crédito; ou
(d) vários registros a débito e vários registros a crédito, quando relativos ao mesmo fato contábil.

Para os usuários que efetuam lançamentos de partidas simples, sugerimos utilizar o código de agrupamento para identificar os lançamentos que fazem parte de um fato contábil. Existe uma previsão para o validador do SPED Contábil para o exercício 2011, de criticar o excesso de lançamentos de 4º Formula ( vários registros a débito e vários registros a crédito)

Plano de contas

8. O plano de contas, com todas as suas contas sintéticas e analíticas, deve conter, no mínimo, 4 (quatro) níveis e é parte integrante da escrituração contábil da entidade, devendo seguir a estrutura patrimonial prevista nos arts. 177 a 182 da Lei n.º 6.404/76.

Caso existam códigos contábeis de tipo 1 (Subgrupo) sem função, isto é sobrando no plano de contas, sugerimos a exclusão para evitar erro na validação do arquivo digital.

Maiores esclarecimentos entre em contato com sua Central de Atendimento.

15/12/2011

por Valdeci Alves,  Analista de Negócios – Sistema Maxximum de Contabilidade , na Exactus Software

SPED – Formalidades da Escrituração Contábil

Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)

09/11/2011

Formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao SPED

Visando evitar erroscriticas na validação do arquivo digital para o SPED gerado pelo sistema Maxximum – Contabilidade da Exactus Software, alertamos nossos clientes que se atentem a resolução publicada em 17/09/2010.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.299/10
Aprova o Comunicado Técnico CTG 2001 que define as formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

Forma contábil

5. A escrituração ‘em forma contábil’, de que trata a alínea “b” do item anterior, deve conter, no mínimo:

(a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;

(b) conta devedora;

(c) conta credora;

(d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;

(e) valor do registro contábil;

(f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.

Lançamento contábil
7. O lançamento contábil deve ter como origem um único fato contábil e conter:

 (a) um registro a débito e um registro a crédito; ou

 (b) um registro a débito e vários registros a crédito; ou

 (c) vários registros a débito e um registro a crédito; ou

 (d) vários registros a débito e vários registros a crédito, quando relativos ao mesmo fato contábil.

– Para os usuários que efetuam lançamentos de partidas simples, sugerimos utilizar o código de agrupamento para identificar os lançamentos que fazem parte de um fato contábil.

Existe uma previsão para o validador do SPED Contábil para o exercício 2011, de criticar o excesso de lançamentos de 4º Formula ( vários registros a débito e vários registros a crédito)
Plano de contas
8. O plano de contas, com todas as suas contas sintéticas e analíticas, deve conter, no mínimo, 4 (quatro) níveis e é parte integrante da escrituração contábil da entidade, devendo seguir a estrutura patrimonial prevista nos arts. 177 a 182 da Lei n.º 6.404/76. 

– Caso existam códigos contábeis de tipo 1 (Subgrupo) sem função, isto é sobrando no plano de contas, sugerimos a exclusão para evitar erro na validação do arquivo digital.

por Valdeci Alves – Analista de Negócios – Sistema Maxximum de Contabilidade – Exactus Software

SPED vira assunto de Artigo Científico

SPED – SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL SPED FISCAL – VANTAGENS E IMPORTÂNCIA. 

04/11/2011

Objetivado em sua graduação, nosso Consultor de Sistemas Alexandre Esperandío, explanou com muito vigor, e desencadeou claramente aspectos sobre as vantagens e importância do SPED Fiscal.

O artigo objetiva analisar e discutir a tecnologia e inovações na área contábil fiscal, tema de suma importância no mundo contemporâneo. Especificamente será tratado o Sped Fiscal, será abordado a modernização da sistemática atual quanto ao cumprimento das obrigações principais e acessórias processadas e transmitidas pelos contribuites às administrações tributárias e órgãos fiscalizadores, viabilizando soluções em uma melhor qualidade e padronização das informações, maior eficácia da fiscalização, intercâmbio em diversas áreas diferentes niveis e visando acabar com a sonegação fiscal.

 Leia o artigo completo AQUI.

por  Alexandre Esperandío – Consultor de Sistemas – Skill  Escrita Fiscal – Exactus Software 

 

Afastamento de até 60 dias auxílio-doença sairá sem perícia

Afastamento de até 60 dias auxílio-doença sairá sem perícia

03/11/2011

Começará a ser testada no ano que vem para valer em todo o país em 2013.

Foi apresentado nesta semana, ao Conselho Nacional de Previdência Social, em Brasília, o novo modelo de concessão de auxílio-doença, sem perícia, para afastamentos de até 60 dias. A nova regra, apresentada pelo presidente do INSS, Mauro Hauschild, começará a ser testada no ano que vem para valer em todo o país em 2013. Hoje, o exame é obrigatório em todos os afastamentos superiores a 15 dias. A proposta vai tirar a perícia da maioria dos casos de doença ou acidente. A intenção é a de que o projeto comece até fevereiro na região Sul, em São Paulo e na Bahia.

Fonte: Legisweb

por Cristiano Ribas – Analista de Negócios – Sistema Winner – Folha de Pagamento – Exactus Software

Sua Wi-fi supri as necessidades de sua empresa?

A cobertura e a velocidade serão suficientes para as necessidades da empresa?

01/11/2011

A princípio os Laptops eram os únicos dispositivos que utilizavam Wi-Fi em uma empresa, mas hoje o Wi-Fi se tornou um padrão utilizado por vários dispositivos como tablets, smartphoes, impressoras entre outros.

A PC World/EUA traçou alguns parâmetros para que você identifique suas necessidades, é preciso saber quais os novos recursos estão disponíveis para os equipamentos mais recentes, e como eles podem aprimorar os serviços.

Veja.

1. Melhorar a velocidade

As velocidades das conexões sem fio aumentaram de um máximo de 11 Mbps com 802.11b para até 300 Mbps ou mais, a partir do padrão 802.11n. Já que a intensidade do sinal por ter um efeito grande na velocidade, criar áreas com uma cobertura maior através de múltiplos pontos de acesso e antenas melhores podem ser boas escolhas para deixar a velocidade maior. Mas existem algumas ressalvas com velocidades maiores. 

Em primeiro lugar, o 802.11n foi de 50 Mbps para 300 Mbps através do uso de técnicas incluindo multiplicação de vários canais, porém esses podem não ser compatíveis com determinadas marcas e produtos, fazendo com que o dispositivo volte ao nível básico de padrão de rendimento. Além disso, existem duas frequências diferentes: 2.4GHz e 5GHz; muitos pontos de acesso utilizam ambas as bandas,  entretanto depender de apenas uma pode influenciar nos resultados. 

2. Maior cobertura

Muitos pontos de acesso contam com múltiplas antenas, geramente configuradas em série (mais comum é 3×3), o que permite uma cobertura melhor em áreas próximas a paredes, mais alcance e uma recepção mais forte a longas distâncias. Múltiplas antenas podem ser utilizadas em um ou dois modos, em série ou em dupla para as duas frequências diferentes. É recomendável que o usuário tenha pontos de acesso diferentes para as duas frequências, para aprimorar a cobertura e os resultados. 

3. Fique de olho na segurança

Todo administrador deve ficar atento às configurações de segurança dos pontos de acesso. Na verdade, algumas fabricantes (incluindo a D-Link e a Belkin) mudaram o padrão da página de configurações de rede – o antigo username ‘admin’ e o campo de senha em branco – para um nome de usuário aleatório e uma senha; mesmo assim, ainda é uma boa ideia fazer alguns ajustes na segurança. Muitos pontos de acesso permitem vários grupos de usuários, logo é possível configurar uma rede de visitantes separada que permite aos usuários acessarem a web, mas não outros recursos locais como servidores de arquivo e impressoras. 

Padrões de segurança têm se tornado mais fáceis de serem configurados e mais difíceis de serem burlados com o passar dos anos. Há novas técnicas que podem trocar senhas automaticamente com novos dispositivos em redes wireless, porém podem não funcionar de maneira simples com aparelhos que estejam utilizando sistemas operacionais antigos, como o Windows XP. 

4. Qualidade do serviço

Quando existem dezenas ou centenas de dispositivos em uma rede, com alguns fazendo atividades relacionadas ao trabalho e outros fazendo streaming de vídeos divertidos, é importante garantir que as aplicações importantes recebam banda suficiente. Alguns roteadores podem determinar a qualidade de serviço para assegurar que certas tarefas ou protocolos recebam a quantidade de banda suficiente, enquanto restringem ou diminiem o acesso à aplicações que não são essenciais.  Por isso, fique atento na página de configurações de seu roteador.

5. Ferramentas de gerenciamento

Uma das razões pelas quais roteadores Wi-Fi de nível empresarial custam muito mais do que um simples, que transmita a mesma velocidade, são os recursos adicionais que são oferecidos. Tais ferramentas podem exibir todos os pontos da sua rede, rastrear quais dispositivos e usuários estão se conectando, identificar usuários, aparelhos ou pontos de acesso que não deveriam estar lá e ajuda a determinar se alguém entrou na rede em um equipamento em casa ou se um hacker conseguiu acesso. Aparelhos mais novos podem controlar o alto rendimento, proporcionar uma cobertura melhor, intensidade de sinal e segurança e até segregar o tráfico para proteger sua conexão sem fio de usuários sem autorização. Se você estiver recebendo reclamações dos usuários a respeito da conexão sem fio, veja quais são os novos dispositivos que chegaram no mercado, e qual deles se adequa melhor às suas necessidades.

fonte: http://migre.me/62bDa

por @welderpp – Social Media – Exactus Software 

 

PC World/EUA